Travessia da Juatinga na Costa Verde

A travessia da Juatinga fica na Costa Verde do Rio de Janeiro, perto de Paraty. Isso tudo fica no meio de uma Reserva Ecológica, Área de Proteção Ambiental, da Juatinga. 

Inicialmente, os planos da virada 2016-2017 envolviam o sul da Bahia, mas, infelizmente, por questão de “dinheiros” e logística deos carros, desistimos. Em 2016, passei o feriado da Páscoa em Martim de Sá e a região, chamada de Reserva Ecológica da Juatinga, deixou um gostinho de quero mais. Foi daí que surgiu a ideia de fazer a travessia da Juatinga, um trekking que as pessoas costumam fazer em 4 dias começando no Saco do Mamanguá e terminando na Praia do Sono (ou vice-versa).

Como chegar?

Dessa vez, a opção de parar em Paraty-Mirim e pegar um barco de lá, foi a melhor na questão financeira e logística. Os estacionamentos custam R$10/diária e são mais seguros que largar o carro pelas ruas de Paraty nessa época de festividades. 
Neste post, explico direitinho como chegar até Paraty para curtir as praias da região.

Martim de Sá: uma das praias da Travessia da Juatinga

Qual o roteiro da travessia?
O roteiro tradicional, costuma durar 4 dias e atravessar todos os trechos de trilha (um pouco diferente do nosso).
1 dia: Saco do Mamanguá – Praia Grande do Cajaíba
2 dia: Praia Grande do Cajaíba – Martim de Sá
3 dia: Martim de Sá – Ponta Negra
4 dia: Ponta Negra – Vila do Oratório (via Praia do Sono)
Tínhamos 9 dias para fazer o mesmo percurso e estávamos em um grupo de 11 pessoas, com muitos comes e bebes. Então, preferimos nos deslocar entre os lugares de barco, mas fizemos todas as trilhas para conhecer as atrações da região (cachoeiras e praias próximas). Nosso roteiro (personalizado) foi:
Paraty Mirim – Saco do Mamanguá (Praia do Cruzeiro)
Praia do Cruzeiro – Praia de Itaoca do Cajaíba
Praia de Itaoca do Cajaíba – Martim de Sá (com uma pequena parada na Praia do Pouso)
Martim de Sá – Ponta Negra
Ponta Negra – Praia do Sono – Vila do Oratório – Paraty Mirim

 

Amanhecer em Martim de Sà

Qual época fazer a travessia? 

O ano todo. Lembrando que no verão tem possibilidades de pancadas de chuva, ou as famosas “chuvas de verão” e no inverno as noites são mais frias, principalmente por ser uma região cercada pela Mata Atlântica. 

Onde ficar?

Tem todas essas opções de praias por lá. Mas vá avisado: é um programa roots. Se você não curte acampar, nem cogite. Aí, é melhor ficar em Paraty e fazer passeios de barco até essa região, o que pode sair bem caro ($$$$).

Ah, algumas dessas praias, como Pouso de Cajaíba, Praia Grande, Calhaus e parte do Saco do Mamanguá, possuem casas para alugar de temporada. Mesmo assim são lugares simples, nos quais você tem que levar sua própria comida para preparar, no geral. Ou então depender de quiosques com preços bem salgados. 

Para ver mais sobre as praias da região, veja este post.

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